Arrebatados, capturados por uma imagem, apenas uma imagem, uma simples imagem que os deixava expostos e indefesos. Os encontros, a exploração embriagada da perfeição, a adequação inesperada do objecto de desejo, a doçura do começo, o tempo próprio do idílio. Delírios, desejos, esperanças, fantasias, sonhos, sofrimentos, feridas, angústias, ressentimentos, desesperos. A paisagem destruída de um casal depois da fúria devastadora da paixão.
[Imagem da peça "Punhal na Carne"] Teatro do Campo Alegre, Junho 2008
Texto Original "Como Um Punhal nas Carnes", de Maurício Kartun
Adaptação e Encenação de Júnior Sampaio
Interpretação de Clara Nogueira e José Fragoso
[
Fragmentos de uma intensidade feroz revelados com o desejo à flor da pele.]